A guitarra elétrica ganhou forma ao longo da primeira metade do século XX, quando a amplificação passou a permitir novos volumes, timbres e maneiras de tocar. Do jazz e do blues ao rock, ao metal, ao funk e à música brasileira, tornou-se um dos instrumentos mais versáteis da música popular contemporânea.
O curso de guitarra oferecido pelo EMIB articula técnica, repertório, harmonia e criação. Palhetada, ligados, pizzicato, escalas, modos, arpejos e diferentes possibilidades de fraseado são trabalhados de acordo com a experiência e os objetivos do aluno. A improvisação ocupa um lugar importante no percurso: conceitos harmônicos são aplicados em situações musicais concretas, inclusive com playbacks para estudo fora das aulas.
Em vez de seguir um repertório fixo, o curso utiliza músicas, solos e frases de diferentes estilos para desenvolver recursos específicos e ampliar o vocabulário do estudante. Partituras, cifras e transcrições são selecionadas com cuidado, e o conteúdo é organizado progressivamente para que técnica e compreensão musical avancem juntas.
Referências e materiais sugeridos: GOODRICK, Mick. The Advancing Guitarist. LEAVITT, William. A Modern Method for Guitar. LEAVITT, William. Reading Studies for Guitar.
O violão moderno descende de antigas famílias de guitarras europeias e consolidou sua configuração de seis cordas entre o final do século XVIII e o início do XIX. No Brasil, adquiriu papel decisivo em gêneros como choro, samba, bossa nova, MPB e inúmeras vertentes da canção popular.
No curso de violão popular oferecido pelo EMIB, acompanhamento e execução melódica são desenvolvidos em diálogo com leitura, harmonia e estruturação musical. Ritmos, arpejos, ligados, campanella, pizzicato, diferentes articulações e formas de condução harmônica são aplicados diretamente ao repertório, sempre respeitando a trajetória de cada aluno.
O objetivo é fazer com que o estudante compreenda o que toca, e não apenas reproduza posições ou sequências. Por isso, cifras, partituras, progressões, escalas e práticas interpretativas aparecem de maneira integrada. O repertório pode transitar por diferentes estilos da música popular e é escolhido de acordo com os interesses e as necessidades do estudante.
Referências e materiais sugeridos: PINTO, Henrique. Iniciação ao Violão. CARCASSI, Matteo. 25 Estudos Melódicos e Progressivos, op. 60. TÁRREGA, Francisco. Estudos e Prelúdios para violão.
O baixo elétrico se consolidou a partir da década de 1950 como uma alternativa portátil e facilmente amplificável ao contrabaixo acústico. Desde então, passou a ocupar um lugar central na construção do groove e na ligação entre ritmo e harmonia em estilos como rock, funk, soul, jazz, pop e música brasileira.
O curso de baixo elétrico oferecido pelo EMIB parte justamente dessa dupla função do instrumento. Pizzicato, muted grooves e outros recursos técnicos são estudados junto a condução, criação de linhas, escalas, arpejos e compreensão harmônica. O aluno é estimulado a construir soluções próprias e a perceber como pequenas escolhas rítmicas e melódicas modificam a função do baixo dentro de um arranjo.
Playbacks e repertórios variados ajudam a desenvolver precisão, criatividade e interação musical. As digitações são pensadas especificamente para o instrumento, com atenção à ergonomia e à execução adequada, e os conteúdos podem ser adaptados a baixos de 4, 5 ou 6 cordas, com ou sem trastes.
Referências e materiais sugeridos: GIFFONI, Adriano. Música Brasileira para Contrabaixo. FRIEDLAND, Ed. Hal Leonard Bass Method.
A voz é o instrumento musical mais antigo e mais diretamente ligado ao corpo. Antes de qualquer sistema formal de ensino, o canto já fazia parte de rituais, narrativas, celebrações e formas de expressão de diferentes culturas; hoje, convive com técnicas e estéticas muito diversas, do repertório erudito à música popular.
O curso de canto oferecido pelo EMIB trabalha respiração, afinação, articulação dos fonemas, percepção, consciência corporal e coordenação do aparelho fonador. Os exercícios são escolhidos de acordo com as características e necessidades de cada voz, evitando a aplicação mecânica de uma única solução técnica a todos os alunos.
A técnica é sempre relacionada à interpretação. Repertório, fraseado, dicção, dinâmica e escolhas expressivas são discutidos durante as aulas para que o desenvolvimento vocal tenha função musical concreta. Materiais de apoio e exercícios progressivos complementam o estudo e favorecem maior autonomia.
Referências e materiais sugeridos: MILLER, Richard. The Structure of Singing: System and Art in Vocal Technique. MILLER, Richard. On the Art of Singing.
Os teclados eletrônicos fazem parte de uma longa história dos instrumentos de teclas, mas ganharam identidade própria no século XX com o desenvolvimento de órgãos elétricos, sintetizadores, pianos digitais e tecnologias de controle sonoro. Essa diversidade tornou o teclado especialmente presente no pop, no rock, no jazz, na música eletrônica e em inúmeras produções contemporâneas.
O curso de teclado oferecido pelo EMIB explora essa versatilidade. Técnica, leitura, acordes, escalas, arpejos, voicings, acompanhamento e improvisação são combinados com o estudo de timbres, texturas e funções que o teclado pode assumir dentro de um arranjo.
O repertório é utilizado como laboratório: uma mesma música pode servir para trabalhar condução harmônica, criação de partes, escolhas de timbre, percepção e interpretação. Playbacks e recursos tecnológicos ampliam as possibilidades de prática, sempre em um programa adaptado ao estágio e aos interesses do aluno.
Referências e materiais sugeridos: HARRISON, Mark. The Pop Piano Book. PROGRIS, James. A Modern Method for Keyboard.
Criado por Bartolomeo Cristofori por volta de 1700, o piano introduziu uma possibilidade decisiva em relação a instrumentos de teclado anteriores: controlar a intensidade do som pela maneira de tocar as teclas. Ao longo dos séculos XVIII e XIX, tornou-se um dos principais instrumentos da tradição de concerto, da música de câmara e do estudo musical.
O curso de piano oferecido pelo EMIB tem como eixo a formação técnica e interpretativa, com atenção especial ao repertório de tradição clássica, sem excluir outros interesses do estudante. Leitura, coordenação, articulação, sonoridade, fraseado, pedalização e compreensão harmônica são desenvolvidos de forma gradual por meio de exercícios, estudos e obras de diferentes períodos.
A escolha do repertório acompanha o desenvolvimento de cada aluno. Edições e métodos são selecionados com cuidado, buscando equilibrar desafios técnicos e musicais. Quando houver interesse, o trabalho também pode incluir elementos de improvisação, harmonia e criação.
Referências e materiais sugeridos: HANON, Charles-Louis. The Virtuoso Pianist in 60 Exercises. CZERNY, Carl. Practical Method for Beginners, op. 599. FLETCHER, Leila. Leila Fletcher Piano Course. BURGMÜLLER, Friedrich. 25 Progressive Pieces, op. 100.
O violino adquiriu sua forma essencial no norte da Itália durante o século XVI e, nos séculos seguintes, tornou-se um dos instrumentos centrais da música de concerto. Sua presença atravessa a orquestra, a música de câmara e o repertório solo, com uma literatura que vai do Barroco à produção contemporânea.
O curso de violino oferecido pelo EMIB é voltado principalmente ao repertório clássico e organiza o aprendizado a partir da relação entre técnica e interpretação. Postura, produção sonora, afinação, coordenação entre as mãos, arcadas, articulações, mudanças de posição e outros recursos são introduzidos progressivamente, de acordo com o estágio do estudante.
Escalas, exercícios, estudos e peças de diferentes períodos ajudam a desenvolver ouvido, leitura, fraseado e consciência estilística. A escolha das obras procura oferecer desafios proporcionais ao desenvolvimento do aluno, com atenção à qualidade das edições e à construção de hábitos de estudo consistentes.
Referências e materiais sugeridos: SUZUKI, Shinichi. Suzuki Violin School. GALAMIAN, Ivan. Principles of Violin Playing and Teaching.
De origem portuguesa, o cavaquinho encontrou no Brasil um caminho próprio e se tornou fundamental em gêneros como choro e samba. Pequeno no tamanho, mas de forte presença rítmica e harmônica, o instrumento também desenvolveu uma importante tradição solista.
O curso de cavaco oferecido pelo EMIB trabalha essas duas dimensões. Levadas de samba e choro convivem com leitura melódica, palhetada, ligados, arpejos, escalas e recursos de interpretação. Harmonia e estruturação musical são incorporadas para que o aluno compreenda tanto os acompanhamentos quanto as melodias que executa.
O repertório tem papel central e pode incluir choros, sambas e outras vertentes da música brasileira. As peças são escolhidas de acordo com o nível do estudante, e o trabalho com transcrições e métodos confiáveis busca desenvolver fluência rítmica, clareza de articulação, leitura e autonomia.
Referências e materiais sugeridos: CAZES, Henrique. Escola Moderna do Cavaquinho. AZEVEDO, Waldir. Método Prático para Cavaquinho.
O bandolim moderno está ligado ao desenvolvimento do modelo napolitano no século XVIII, com quatro ordens duplas de cordas afinadas como o violino. No Brasil, o instrumento encontrou espaço privilegiado no choro e ganhou uma tradição própria de interpretação, associada a nomes como Jacob do Bandolim.
O curso de bandolim oferecido pelo EMIB tem forte ligação com esse repertório e privilegia a execução melódica. Palhetada, tremolo, ligados, articulação, escalas, arpejos, mudanças de posição e construção de fraseado são desenvolvidos diretamente a partir de choros e de outras peças da música popular brasileira.
A leitura musical ocupa um papel importante, assim como a compreensão harmônica necessária para perceber a relação entre a melodia e o acompanhamento. O programa acompanha a evolução do aluno e utiliza partituras e métodos selecionados para desenvolver precisão, sonoridade e liberdade interpretativa.
Referências e materiais sugeridos: MACHADO, Afonso. Método do Bandolim Brasileiro. MAIR, Marilynn. The Complete Mandolinist.
O ukulele surgiu no Havaí no final do século XIX a partir de pequenos instrumentos levados por imigrantes portugueses da Ilha da Madeira. Adaptado à cultura musical havaiana, tornou-se um símbolo local e, mais tarde, ganhou projeção internacional em repertórios populares muito diversos.
O curso de ukulele oferecido pelo EMIB aproveita a acessibilidade do instrumento sem limitar o estudo a acompanhamentos simples. Acordes, batidas, dedilhados, palhetada, ligados, arpejos, escalas e execução melódica podem ser combinados conforme os objetivos do aluno.
O repertório é amplo e pode transitar por pop, folk, música brasileira e outros estilos. Leitura, cifras e noções de harmonia aparecem na medida em que ajudam a ampliar a independência do estudante e a compreensão musical do que está sendo tocado.
Referências e materiais sugeridos: LIL' REV. Hal Leonard Ukulele Method, Books 1 e 2.
O banjo tem raízes africanas e uma longa história nas Américas. No samba brasileiro, uma configuração de quatro cordas afinada como o cavaquinho ganhou especial projeção a partir dos anos 1970 e passou a ocupar um espaço próprio nas rodas, com timbre mais incisivo e grande força rítmica.
O curso de banjo oferecido pelo EMIB é direcionado principalmente às linguagens do samba e do choro. Palhetada, levadas, acentuação, ligados, arpejos, escalas e progressões melódicas são trabalhados considerando a sonoridade e a função do instrumento dentro do conjunto.
Por compartilhar afinação e diversos recursos técnicos com o cavaquinho, alguns materiais de estudo podem ser aproveitados entre os dois instrumentos, sempre com as adaptações necessárias. O repertório é utilizado para desenvolver balanço, clareza rítmica, vocabulário de acompanhamento e leitura musical.
Referências e materiais sugeridos: CAZES, Henrique. Escola Moderna do Cavaquinho. CAZES, Henrique. Choro: do Quintal ao Municipal.
A bateria moderna se formou no início do século XX a partir da reunião, ao alcance de um único músico, de instrumentos de percussão que antes eram executados por vários integrantes. Sua evolução acompanhou o jazz e, depois, o blues, o rock, o funk, o pop e inúmeros gêneros brasileiros, tornando coordenação e independência características centrais do instrumento.
O curso de bateria oferecido pelo EMIB combina técnica, leitura e aplicação musical. Rudimentos, coordenação entre mãos e pés, percepção de tempo, dinâmica, sonoridade e construção de grooves são trabalhados por meio de exercícios específicos e de exemplos retirados do repertório.
Rock, pop, blues, jazz e ritmos brasileiros podem aparecer conforme os interesses e as necessidades do estudante. O objetivo não é apenas executar padrões, mas entender como a bateria organiza o tempo, sustenta a forma e interage com os demais instrumentos. Métodos e transcrições complementam o trabalho prático de maneira progressiva.
Referências e materiais sugeridos: STONE, George Lawrence. Stick Control for the Snare Drummer. REED, Ted. Progressive Steps to Syncopation for the Modern Drummer.
Ao longo do século XX, o jazz desenvolveu um vocabulário especialmente rico para a organização da harmonia, da improvisação e do arranjo. A análise de standards, a exploração de extensões e substituições de acordes, o trabalho com diferentes escalas e modos e a criação de texturas para pequenos e grandes conjuntos tornaram-se parte importante da formação de músicos, compositores e arranjadores.
O curso de Harmonia / Improvisação / Arranjo oferecido pelo EMIB tem como foco principal a aplicação prática desses conteúdos à linguagem jazzística. O estudo pode envolver harmonia funcional e modal, relação acorde-escala, tensões disponíveis, condução de vozes, voicings, substituições, rearmonização e análise de repertório. Na improvisação, são trabalhados desenvolvimento melódico, construção motívica, notas-guia, articulação, fraseado, transcrição e aplicação do vocabulário sobre progressões características e standards.
Na área de arranjo, os conteúdos podem abranger planejamento formal, escrita para seção rítmica, harmonização de melodias, contracantos, texturas em bloco, distribuição de vozes e elaboração de partes para diferentes formações. Exercícios escritos, análise de gravações, playbacks e projetos práticos permitem que harmonia, improvisação e arranjo sejam estudados de maneira integrada, com o programa adaptado à experiência e aos objetivos de cada aluno.
Referências e materiais sugeridos: BARASNEVICIUS, Ivan Daniel. Jazz: Harmonia e Improvisação. TINÉ, Paulo José de Siqueira. Harmonia: Fundamentos de Arranjo e Improvisação. GUEST, Ian. Harmonia - Método Prático, vols. 1-3. GUEST, Ian. Arranjo - Método Prático, vols. 1-3. LEVINE, Mark. The Jazz Theory Book. DOBBINS, Bill. Jazz Arranging and Composing: A Linear Approach.
É um fato que diversos trabalhos musicais premiados e reconhecidos mundialmente foram produzidos em estúdios caseiros. A popularização cada vez maior de equipamentos de áudio de melhor qualidade e ao mesmo tempo mais acessíveis, somada a uma imensa disponibilidade de conteúdo gratuito sobre os mais diversos assuntos do universo do áudio e da produção musical fez com que um número muito maior de pessoas puderam se beneficiar desses recursos, o que certamente é algo positivo.
Mas existem algumas dúvidas que certamente aparecerão para todos logo em seguida, como por exemplo:
1) Quais equipamentos preciso adquirir?
2) Como se opera o software depois de gravar?
3) Por que minha mixagem soa mal quando comparada com outros trabalhos profissionais?
O que motiva estas perguntas provavelmente é a falta de CONHECIMENTO técnico e prático sobre áudio e os processos que envolvem cada etapa de uma produção.
Seria possível resolver esses problemas apenas pesquisando na internet de forma independente? Sim, mas certamente irá custar muito tempo e levar o estudante a inúmeras decepções. Existe muito conteúdo disponível, porém não organizado e nem tudo se aplica diretamente à sua realidade e aos seus objetivos. Além disso, existem muitas pessoas despreparadas falando sobre assuntos que na verdade ainda não dominam, quando se é iniciante em um determinado assunto fica muito difícil ter condições de selecionar o que é realmente importante estudar e por onde começar. Se você é um artista independente certamente terá objetivos e necessidades diferentes de alguém que irá gravar locuções para publicidade ou até mesmo produzir vídeos para o Instagram ou Youtube.
Assim, no nosso curso de produção musical que oferecemos no EMIB os assuntos e objetivos serão escolhidos de forma a ir direto ao que interessa para o desenvolvimento do aluno, ganhando tempo e obtendo melhores resultados.
Como exemplo, selecionamos alguns tópicos que ilustram os assuntos mais procurados por nossos alunos:
Apreciação Musical aliada com um pouco de História da Música e suas Linguagens no Século XX.
É de praxe, em muitos cursos de música, que algumas disciplinas são cursadas e os alunos não visualizam qualquer relação entre os conteúdos. Cursam "História da Música" e não escutam esta música. Estudam técnicas avançadas de Harmonia, procedimentos contrapontísticos como o dodecafonismo, por exemplo, e não ouvem as respectivas músicas com estas estratégias. Isso é um grande equívoco.
Neste curso, a ideia é que haja uma interação dos conteúdos, para que o aluno construa o conhecimento de uma forma prática e sem rodeios.
Aqui, os alunos terão como oportunidade:
Tópicos abordados:
O objetivo do curso de luthieria e manutenções básicas em instrumentos de cordas é colocar o estudante em contato com os detalhes do funcionamento dos mais comuns instrumentos musicais de cordas, tais como guitarras, violões e baixos elétricos, assim como sua manutenção e reparos. O público alvo é formado por estudantes de música ou instrumentistas já formados, que buscam melhor compreender a construção e a manutenção de instrumentos de cordas. As aulas possuem 1 hora de duração, individuais, e acontecem uma vez por semana, e podem ser feitas no formato presencial ou online.
Durante o curso, diversos tópicos são abordados, tais como:
Apresentação dos principais instrumentos musicais de corda: explicação sobre a construção de cada instrumento, partes, afinação, diferenças de instrumentos maciços para instrumentos acústicos; principais ferramentas utilizadas para realizar a manutenção de um instrumento musical de cordas. dicas para melhor conservação do instrumento: cuidados necessários para manter o instrumento em bom estado; polimento de trastes, hidratação e limpeza de escala, limpeza do instrumento, lubrificação de hardware, limpeza do instrumento, sugestões de como guardar o instrumento;tipos de cordas e colocação delas no instrumento. detalhamento da parte elétrica nos principais instrumentos musicais de corda e reparo de defeitos, assim como troca de componentes e blindagem; ajuste e confecção de nut e rastilho no instrumento; regulagem básica do instrumento, realização de ajuste de tensor, oitavas, ponte, altura de cordas, polimento de trastes, limpeza e hidratação de escala, limpeza e lubrificação de pontes e tarraxas; tipos de pintura e tintas utilizadas nos instrumentos musicais; eliminação de pequenos riscos da pintura.
De forma geral, os instrumentos trabalhados neste curso introdutório guitarras, baixos e violões acústicos e elétricos. Caso o aluno possua um instrumento fora deste contexto, será analisada a possibilidade de trabalhar com ele.
Para o início do curso, alguns materiais, acessórios e ferramentas são necessários, porém outros itens podem ser solicitados ao longo das aulas. O instrumento musical a ser trabalhado, assim como os acessórios, serão por conta do aluno. No caso de aulas online, o aluno também precisará ter as ferramentas necessárias para utilização durante as aulas.
Os cursos do EMIB podem incorporar recursos digitais sempre que eles contribuam para tornar o estudo mais claro, organizado e musicalmente aplicável. Entre as ferramentas utilizadas estão o Neck Diagrams, para visualização de escalas, acordes e relações no braço dos instrumentos de cordas; o MuseScore, para leitura, escrita e preparação de partituras; e o Reaper, empregado em atividades de gravação, edição de áudio, produção de playbacks e exercícios ligados à prática instrumental, à improvisação e ao arranjo.
O Google Classroom pode ser utilizado para organizar e compartilhar materiais, exercícios e referências, facilitando a continuidade do estudo fora da aula. Recursos de inteligência artificial também podem integrar esse ambiente como ferramentas de apoio à pesquisa orientada, à organização de conteúdos, à elaboração de exercícios e à exploração de possibilidades musicais. Seu uso é sempre complementar: a escuta crítica, a qualidade das fontes, a prática musical e a orientação do professor permanecem centrais no processo de aprendizagem.
Estúdio A Chave
Chenta's House Studio
EMIB - Espaço Musical Ivan Barasnevicius
Rua Saioá, 1537 - Ipiranga - São Paulo/SP - CEP 04124-120
(próximo ao metrô Santos-Imigrantes)
Whatsapp: +5511 96583.6593
CNPJ: 29.605.092/0001-15
I.E.: 119.001.607.116